domingo, 28 de fevereiro de 2010

Domingo

Muitas vezes mergulho no nada
Preciso firmar meu pé fortemente,
Senão caio do limite do mundo
Para dentro do nada.

My life has been stolen from me
I'm living in a town I have no
Wish to live in.
I'm living a life I have no wish to live.
How did this happen?
I'm dying in this town
I wrestle alone in the deep dark and
Alony. I can now , only I can undestand
my own condition.

Deixarei os outros saírem antes de mim.
Ficarei sentado, quieto, por um momento, antes
De emergir nesse caos, nesse tumulto.
Não quero antecipar o que está por vir.
O grande tumulto está em meus ouvidos.
Soa e ressoa sob esse teto de vidro como a ressaca do mar.
Somos afastados por um redemoinho.
Meu senso de mim mesmo, meu desdém, quase desaparecem. Sou empurrado,
Esmagado, projetado para o céu. Saio para a plataforma, agarrando firme tudo o que possuo:
uma mala.


Tenho uma folha amassada, guardada há tempos, com esse texto. Abaixo, no lado direito, lê-se Virgínia Woolf. Não sei se isso foi realmente escrito por ela, mas soa bem aos meus ouvidos, então quem quer que tenha escrito, me agradou.

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