Muitas vezes mergulho no nada
Preciso firmar meu pé fortemente,
Senão caio do limite do mundo
Para dentro do nada.
My life has been stolen from me
I'm living in a town I have no
Wish to live in.
I'm living a life I have no wish to live.
How did this happen?
I'm dying in this town
I wrestle alone in the deep dark and
Alony. I can now , only I can undestand
my own condition.
Deixarei os outros saírem antes de mim.
Ficarei sentado, quieto, por um momento, antes
De emergir nesse caos, nesse tumulto.
Não quero antecipar o que está por vir.
O grande tumulto está em meus ouvidos.
Soa e ressoa sob esse teto de vidro como a ressaca do mar.
Somos afastados por um redemoinho.
Meu senso de mim mesmo, meu desdém, quase desaparecem. Sou empurrado,
Esmagado, projetado para o céu. Saio para a plataforma, agarrando firme tudo o que possuo:
uma mala.
Tenho uma folha amassada, guardada há tempos, com esse texto. Abaixo, no lado direito, lê-se Virgínia Woolf. Não sei se isso foi realmente escrito por ela, mas soa bem aos meus ouvidos, então quem quer que tenha escrito, me agradou.
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