Como sempre, dificuldades para lidar com as pessoas. Eu, geralmente, sou muito desapegada. Acho que não tenho amigos. Entretanto, às vezes me pego apegada demais.
Não sei mesmo do que preciso, ou o que quero (uma chata constatação).
Me ofereceram um emprego para dar aula de inglês. Vou aceitar, né?
Parei de ter vontade de morar sozinha, talvez por ter passado muitos dias fora de casa recentemente.
Ontem sonhei que alguém quebrava a pata da Linda, minha cachorra, e eu ficava com muito, muito ódio e tentava matar a pessoa.
Eu sou mesmo estranha.
Comecei um namoro que terminou menos de 2 meses depois. Eu pedi pra namorar e eu terminei. Contraditório. Mais estranho ainda foi meu namoradinho chorando, pedindo para não deixá-lo. Cena deprimente. Expliquei pra ele que aquilo só fazia eu sentir que estava fazendo mal para ele por deixá-lo em tal posição. Ele é um menino ainda. Talvez se torne pior pelo que eu fiz. Mas o que eu fiz? Fiz alguma coisa de errado com ele? Eu quis tentar, eu realmente gostei dele, mas uma pessoa sem nenhum objetivo na vida é chata demais pra mim. Prefiro ficar perdida entre mil leituras, mil planos, mesmo que eles não se concretizem, do que ficar no limbo.
Não via o menino desejar nada.
Uma vida sem desejo é vazia demais pra mim.
Preciso querer coisas.
Sinto vontade de me apaixonar.
Sinto falta de como eu era nas gravações que tenho de quando morava com o Emmanuel.
Eu era apaixonada.
O Adrian é que sempre me lembra disso. Esse olhar de fora me fez perceber a diferença entre essas duas Sarahs. Agora pareço mais dura, mais fria. E só se passaram alguns anos. Mas são anos, é muito tempo, não é?
Acho bizarro como uma ligação do Emmanuel ainda me arranca um sorriso. Ainda somos capazes de conversar sobre as mesmas besteiras e de fazer o outro rir mesmo que esses anos tenham passado e que tenhamos nos tornado diferentes.
Me questionei muito tempo sobre o que era o nosso "relacionamento", e hoje vejo que éramos amigos, os melhores amigos. Com quem você bebe sozinho em casa e ri a noite toda? Com quem você vê filmes ou cozinha? Com quem vc fala sobre seus outros amigos, seu trabalho, seu dia? Com um grande amigo.
Daí minha tristeza quando ele me negou ajuda.
Eu acreditava muito nessa amizade.
E ainda acredito, só que ele não é do jeito que eu esperava.
Paciência.
Acho que amizade tem muito a ver com amor. Eu considero as pessoas. Sei que sou uma filha da puta em vários aspectos, mas eu me preocupo e procuro não deixar quem eu amo na mão.
Amizade é muito maior do que o envolvimento sexual que o amor romântico sugere. É muito mais forte. Por exemplo, eu sei que vários amigos meus me acham uma fela da puta e discordam de mim em quase todos os aspectos, mas um não sei o que faz com que eles gostem de mim e ainda me queiram por perto. Há algo mais misteriosos e doentio, porém, belo?
Não sei mesmo do que preciso, ou o que quero (uma chata constatação).
Me ofereceram um emprego para dar aula de inglês. Vou aceitar, né?
Parei de ter vontade de morar sozinha, talvez por ter passado muitos dias fora de casa recentemente.
Ontem sonhei que alguém quebrava a pata da Linda, minha cachorra, e eu ficava com muito, muito ódio e tentava matar a pessoa.
Eu sou mesmo estranha.
Comecei um namoro que terminou menos de 2 meses depois. Eu pedi pra namorar e eu terminei. Contraditório. Mais estranho ainda foi meu namoradinho chorando, pedindo para não deixá-lo. Cena deprimente. Expliquei pra ele que aquilo só fazia eu sentir que estava fazendo mal para ele por deixá-lo em tal posição. Ele é um menino ainda. Talvez se torne pior pelo que eu fiz. Mas o que eu fiz? Fiz alguma coisa de errado com ele? Eu quis tentar, eu realmente gostei dele, mas uma pessoa sem nenhum objetivo na vida é chata demais pra mim. Prefiro ficar perdida entre mil leituras, mil planos, mesmo que eles não se concretizem, do que ficar no limbo.
Não via o menino desejar nada.
Uma vida sem desejo é vazia demais pra mim.
Preciso querer coisas.
Sinto vontade de me apaixonar.
Sinto falta de como eu era nas gravações que tenho de quando morava com o Emmanuel.
Eu era apaixonada.
O Adrian é que sempre me lembra disso. Esse olhar de fora me fez perceber a diferença entre essas duas Sarahs. Agora pareço mais dura, mais fria. E só se passaram alguns anos. Mas são anos, é muito tempo, não é?
Acho bizarro como uma ligação do Emmanuel ainda me arranca um sorriso. Ainda somos capazes de conversar sobre as mesmas besteiras e de fazer o outro rir mesmo que esses anos tenham passado e que tenhamos nos tornado diferentes.
Me questionei muito tempo sobre o que era o nosso "relacionamento", e hoje vejo que éramos amigos, os melhores amigos. Com quem você bebe sozinho em casa e ri a noite toda? Com quem você vê filmes ou cozinha? Com quem vc fala sobre seus outros amigos, seu trabalho, seu dia? Com um grande amigo.
Daí minha tristeza quando ele me negou ajuda.
Eu acreditava muito nessa amizade.
E ainda acredito, só que ele não é do jeito que eu esperava.
Paciência.
Acho que amizade tem muito a ver com amor. Eu considero as pessoas. Sei que sou uma filha da puta em vários aspectos, mas eu me preocupo e procuro não deixar quem eu amo na mão.
Amizade é muito maior do que o envolvimento sexual que o amor romântico sugere. É muito mais forte. Por exemplo, eu sei que vários amigos meus me acham uma fela da puta e discordam de mim em quase todos os aspectos, mas um não sei o que faz com que eles gostem de mim e ainda me queiram por perto. Há algo mais misteriosos e doentio, porém, belo?


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