Tentei evitar esse momento, mas não deu...é um fato, eu fico triste às vésperas do meu aniversário. Não sei desde quando isso acontece. Até meus nove anos, ainda tive bolo e bateram parabéns para mim. Deve ter sido depois disso, então.
Só sei que, não importa a idade, sempre encontro motivos para me sentir assim, reflexivamente triste.
E agora vou fazer 25.
Isso me deixa 5 anos longe dos 20, época em que eu estava na faculdade, trabalhava, mas não precisava realmente do dinheiro, tinha um namorado por quem era apaixonada e achava que tudo o que precisava fazer era continuar fazendo as mesmas coisas.
Agora estou também há 5 anos dos 30.
Para mim uma pessoa de 30 é adulta, tem coisas (tipo, casa, carro, etc), é casada e pensa em ter filhos...e tudo isso parece tão distante para mim. Fico me perguntando se estarei dentro desse meu perfil imaginário aos 30, fico pensando quem sou eu hoje, aos 25.
Não tenho nada, tenho um emprego que pode acabar a qualquer momento, estou solteira, não gosto de ninguém e ninguém gosta de mim, tenho uma cachorra, moro com meus pais, e, finalmente, depois de um ano de volta à essa casa, montei minha mesa e tenho onde estudar.
Talvez esse seja o meu grande problema, eu deixei a mesa lá, jogada, por mais de um ano, e ficava estudando na cama (ou seja, dormindo por cima dos textos). Tudo teria se resolvido se eu tivesse simplesmente feito isso logo.
Metáforas, metáforas...
Só sei que, não importa a idade, sempre encontro motivos para me sentir assim, reflexivamente triste.
E agora vou fazer 25.
Isso me deixa 5 anos longe dos 20, época em que eu estava na faculdade, trabalhava, mas não precisava realmente do dinheiro, tinha um namorado por quem era apaixonada e achava que tudo o que precisava fazer era continuar fazendo as mesmas coisas.
Agora estou também há 5 anos dos 30.
Para mim uma pessoa de 30 é adulta, tem coisas (tipo, casa, carro, etc), é casada e pensa em ter filhos...e tudo isso parece tão distante para mim. Fico me perguntando se estarei dentro desse meu perfil imaginário aos 30, fico pensando quem sou eu hoje, aos 25.
Não tenho nada, tenho um emprego que pode acabar a qualquer momento, estou solteira, não gosto de ninguém e ninguém gosta de mim, tenho uma cachorra, moro com meus pais, e, finalmente, depois de um ano de volta à essa casa, montei minha mesa e tenho onde estudar.
Talvez esse seja o meu grande problema, eu deixei a mesa lá, jogada, por mais de um ano, e ficava estudando na cama (ou seja, dormindo por cima dos textos). Tudo teria se resolvido se eu tivesse simplesmente feito isso logo.
Metáforas, metáforas...

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