Lei do Menor Esforço: Baseia-se no princípio da não-resistência. Revela que tudo na natureza flui naturalmente e sem esforço. É assim com o nascer do Sol e o desabrochar de uma flor.
Hoje é Domingo, jogo do Brasil. Umas amigas chamaram para ir ver o jogo num bar, cheio de gente. Escolhi ficar em casa, corrigir umas provas, e assistir um filme que aluguei, mas como sempre, não tive tempo de ver e acabei gravando. Cão sem dono, era o filme. Corrigi algumas coisas e, um pouco depois do jogo ter começado, dormi. Acordei com a comemoração do primeiro gol. Continuei deitada, pensando. Pensando em acordar, pensando no que faria depois de levantar. Alguém me ligou. Alguém que diz ainda me amar. Depois a amiga, no bar. Antes de ir, tinha que ver o filme, uma hora e pouco, curtinho.
Um cara formado em Russo, uma modelo. Desilusão, não futuro vs. sonhos, viagens, uma vida diferente.Os dois se encontram e ficam por lá, no apartamento dele. Mesmo que ele, Ciro, não esteja afim de mais nada, as coisas simplesmente acontecem. O melhor desse filme, para mim, é a realidade.
As conversas, os encontros, a liseira, o cachorro maloqueiro...parece até a minha vida. Me lembrou a minha cachorra. Ela não é bem minha, não sou dona. Ela é mais uma amiga.
Outra coisa interessante é que quando achamos que perdemos, tudo muda. As coisas parecem finalmente ser importantes, e doem dentro da gente, e fora. O desenrolar da trama é natural. Sem grandes reviravoltas, sem efeitos especiais. Os lugares onde a história acontecem são limitados: apartamento do Ciro, casa dos pais do Ciro, a rua do Ciro, casa de uns amigos, quarto do porteiro-pintor. O mais massa é que a história consegue ser extremamente interessante e profunda, sem a pompa de um filme cult. Chamaria até de um "filme brasileiro maloqueiro." Literatura, sonhos, trabalho (revisar uma tradução de um texto traduzido do Russo por 1,50 a lauda com prazo de 15 dias), doença, morte. O que é preciso pra gente acordar? O que é preciso pra gente viajar?
Hoje é Domingo, jogo do Brasil. Umas amigas chamaram para ir ver o jogo num bar, cheio de gente. Escolhi ficar em casa, corrigir umas provas, e assistir um filme que aluguei, mas como sempre, não tive tempo de ver e acabei gravando. Cão sem dono, era o filme. Corrigi algumas coisas e, um pouco depois do jogo ter começado, dormi. Acordei com a comemoração do primeiro gol. Continuei deitada, pensando. Pensando em acordar, pensando no que faria depois de levantar. Alguém me ligou. Alguém que diz ainda me amar. Depois a amiga, no bar. Antes de ir, tinha que ver o filme, uma hora e pouco, curtinho.
Um cara formado em Russo, uma modelo. Desilusão, não futuro vs. sonhos, viagens, uma vida diferente.Os dois se encontram e ficam por lá, no apartamento dele. Mesmo que ele, Ciro, não esteja afim de mais nada, as coisas simplesmente acontecem. O melhor desse filme, para mim, é a realidade.
As conversas, os encontros, a liseira, o cachorro maloqueiro...parece até a minha vida. Me lembrou a minha cachorra. Ela não é bem minha, não sou dona. Ela é mais uma amiga.
Outra coisa interessante é que quando achamos que perdemos, tudo muda. As coisas parecem finalmente ser importantes, e doem dentro da gente, e fora. O desenrolar da trama é natural. Sem grandes reviravoltas, sem efeitos especiais. Os lugares onde a história acontecem são limitados: apartamento do Ciro, casa dos pais do Ciro, a rua do Ciro, casa de uns amigos, quarto do porteiro-pintor. O mais massa é que a história consegue ser extremamente interessante e profunda, sem a pompa de um filme cult. Chamaria até de um "filme brasileiro maloqueiro." Literatura, sonhos, trabalho (revisar uma tradução de um texto traduzido do Russo por 1,50 a lauda com prazo de 15 dias), doença, morte. O que é preciso pra gente acordar? O que é preciso pra gente viajar?


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