domingo, 22 de novembro de 2009

Não saber o que quer pode levar uma pessoa aos lugares mais inesperados, aos encontros mais bizarros, porém agradáveis. Sempre pode-se surpreender com a ajuda de alguém que você acreditava simplesmente não se importar, ou com o carinho de quem antes te odiava. Essas são as coisas agradáveis da vida, que me fazem dar um sorriso mesmo caminhando sozinha as dez da noite no centro pra encontrar alguns amigos e ver o show de uma cantora da qual nem gosto essas coisas todas.
É incrível como pessoas conseguem ser agradáveis pelo simples fato de existir,como a loira de cachinhos que está sempre com cara de menino que vai fazer traquinhagem. Há outras que de longe já incomodam, e há aquelas que causam um certo "medo", acho que me encaixo nesse último grupo. Não sei porque, mas na minha testa está escrito "eu não quero conversa" e mesmo que eu tente ser agradável, o recado estampado na minha cara assusta as pessoas. Quando eu era adolescente achava que deveria falar minha opinião sobre as pessoas sempre, principalmente se elas fossem ficar chocadas (coisa de pivete). Agora acho que aprendi que a verdade é um presente que nem todos querem receber. ( que clichê)
A melhor sensação do mundo é deitar num lugarzinho desconfortável e apertado, só pra ser obrigado a ficar mais próximo,quase que tentando ocupar o mesmo espaço do outro que te olha e te beija, e te ama, nem que seja só ali, naquele lugar e tempo que vocês inventáram e que nunca mais irá se repetir.

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